A pedido de alguns alunos coloco aqui algumas informações sobre o EBOLA. Qualquer dúvida me procurem!
Biologia no ITB Belval (2º Ano) - Profª Monaliza
Uma forma de manter o contato com meus alunos do ITB Belval fora da sala de aula, sendo esse uma extensão das nossas aulas. Sejam todos bem vindos!!!
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
segunda-feira, 5 de maio de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
sexta-feira, 11 de abril de 2014
Resumo sobre Nomenclatura e Classificação
Nomenclatura Binomial de Lineu
•
Criação de um rigoroso sistema de
classificação de cada espécie (Carlous Von Linné – Lineu)
•
Linguagem
universal.
•
Como
funciona? Regras:
1.
Em
latim ou latinizado;
2.
Binomial – Gênero e Epíteto específico;
3.
1º nome inicia com a primeira letra maiúscula
e o 2º nome todo em minúsculas;
4.
Destacado do texto – sublinhadas
(manuscrito) ou em itálico (impresso).
Exemplos: Homo sapiens Canis familiaris
Zea
mays Vibrio cholerae
Categorias
taxonômicas
Classificação
dos seres vivos
Os
Reinos:
• Na época de Lineu – Vegetal e Animal;
• Haeckel (1866) – Protista (indivíduos
unicelulares);
• Inicialmente só os eucariontes, mais
tarde bactérias, protozoários, fungos e algas
• Copeland (1956) – Monera (unicelulares
procariontes);
• Bactérias
• Whitaker (1969) – Fungi
• Fungos
• Hoje – Super reinos: Prokarya
(bactérias – características particulares) e Eukarya (demais)
Os 5 Reinos:
Reino Monera:
Seres vivos: Bactérias e
Cianobactérias
Características:
·
Células procarióticas;
·
Presença de parede celular;
·
Unicelulares;
·
Alguns são decompositores;
·
Existem espécies autótrofas e heterótrofas.
Reino Protoctista (protista):
Seres vivos: Protozoários
e Algas unicelulares e pluricelulares
Características:
·
Células eucarióticas;
·
Ausência de parede celular;
·
Unicelulares (protozoários e algumas algas) ou
pluricelulares (algas pluricelulares sem tecido e órgãos bem individualizados);
·
Existem espécies autótrofas e heterótrofas.
Reino Fungi:
Seres vivos: todos os
fungos (bolores, mofos, lêvedos, cogumelos)
Características:
·
Células eucarióticas;
·
Presença de parede celular com Quitina;
·
Unicelulares ou pluricelulares;
·
Decompositores;
·
Heterótrofos por absorção.
Reino Metaphyta/Plantae/Vegetalia:
Seres vivos: todos as
plantas (musgos, samambaias, pinheiros, flores, árvores etc.)
Características:
·
Células eucarióticas;
·
Presença de parede celular com Celulose;
·
Pluricelulares;
·
Autótrofos fotossintetizantes.
·
Armazenam energia na forma de amido (polissacarídeo)
Reino Metazoa/Animalia:
Seres vivos: todos os
animais (invertebrados e vertebrados)
Características:
·
Células eucarióticas;
·
Pluricelulares;
Heterótrofos por ingestão.
Resumo sobre Monera
REINO MONERA
Composto por indivíduos unicelulares,
procariontes heterótrofos ou autótrofos (fotossintetizantes e
quimiossintetizantes). São representados pelas Arqueas, Bactérias e
Cianobactérias.
TIPOS
·
Arqueobactérias
(Archaea)
Ø Parede celular de
polissacarídeos, glicoproteínas ou proteínas;
Ø Maioria autótrofa
quimiossintetizante.
1.
Metanogênicas
Ø Produtoras de Metano
Ø Anaeróbias
Ø Sistema digestório
dos ruminantes, pântanos, sedimentos no fundo de lagos e mares, próximo a
fendas vulcânicas.
2.
Halófitas
Ø Maioria aeróbia e
fotossintetizante
Ø Vivem em locais com
alta concentração de sais e de pH extremamente alcalino.
3.
Sulforredutoras
Ø Anaeróbias
Ø Encontradas em poças
próximas a fendas vulcânicas.
4.
Termoacidófilas
Ø Quase sempre
anaeróbias
Ø Vivem nos arredores
de fendas vulcânicas;
Ø Mostram preferência
por ambientes extremamente ácidos.
·
Eubactérias
Ø Célula Procariótica
(sem núcleo)
Ø Longo filamento de
DNA em anel – nucleóide
Ø Pequenos anéis de DNA
– plasmídios
Ø Região média prega filamentar da membrana
plamática – mesossomo – separação do DNA na reprodução por bipartição.
Ø Parede celular
constituída por celulose e quitina – peptidoglicanas
Ø Membrana externa –
polissacarídeos e fosfolipídios.
Ø Algumas possuem outra
camada mais externa – cápsula
(polissacarídeos).
Que confere:
ü Proteção à célula.
ü Aderência ao
substrato.
COLORAÇÃO GRAM
·
Distinção
entre dois grandes grupos de bactérias.
·
Uso
de corante rosa + violeta
·
Gram-positivas –
coloração violeta
Ø Grossa camada de
peptidoglicanos
Ø Mais sensível à
Penicilina
- Gram-negativas – coloração rosa
Ø Fina camada de
peptidoglicanos envolta por uma membrana lipoprotéica com polissacarídeos
Ø Endotoxinas – febre e
complicações
FORMAS
REPRODUÇÃO DAS BACTÉRIAS
A reprodução mais comum nas bactérias é assexuada por bipartição ou cissiparidade. Ocorre a duplicação do DNA bacteriano e uma posterior divisão em duas células. As bactérias multiplicam-se por este processo muito rapidamente quando dispõem de condições favoráveis (duplica em 20 minutos)
A separação dos cromossomos irmãos conta com a participação dos mesossomos, pregas internas da membrana plasmática nas quais existem também as enzimas participantes da maior parte da respiração celular.
Repare que não existe a formação do fuso de divisão e nem de figuras clássicas e típicas da mitose. Logo,não é mitose.
Esporulação
Algumas
espécies de bactérias originam, sob certas condições ambientais, estruturas
resistentes denominadas esporos. A célula que origina o esporo se
desidrata, forma uma parede grossa e sua atividade metabólica torna-se muito
reduzida. Certos esporos são capazes de se manter em estado de dormência por
dezenas de anos. Ao encontrar um ambiente adequado, o esporo se reidrata e
origina uma bactéria ativa, que passa a se reproduzir por divisão binária.
Os
esporos são muito resistentes ao calor e, em geral, não morrem quando expostos
à água em ebulição. Por isso os laboratórios, que necessitam trabalhar em
condições de absoluta assepsia, costumam usar um processo especial,
denominado autoclavagem, para esterilizar líquidos e utensílios. O
aparelho onde é feita a esterilização, a autoclave, utiliza vapor de água a
temperaturas da ordem de 120ºC, sob uma pressão que é o dobro da atmosférica.
Após 1 hora nessas condições, mesmo os esporos mais resistentes morrem.
A
indústria de enlatados toma medidas rigorosas na esterilização dos alimentos
para eliminar os esporos da bactéria Clostridium botulinum. Essa
bactéria produz o botulismo, infecção frequentemente fatal.
Reprodução sexuada
Para
as bactérias considera-se reprodução sexuada qualquer processo de transferência
de fragmentos de DNA de uma célula para outra. Depois de transferido, o DNA da
bactéria doadora se recombina com o da receptora, produzindo cromossomos com
novas misturas de genes. Esses cromossomos recombinados serão transmitidos às
células-filhas quando a bactéria se dividir.
A
transferência de DNA de uma bactéria para outra pode ocorrer de três maneiras:
por transformação,transdução e por conjugação.
Transformação
Na
transformação, a bactéria absorve moléculas de DNA dispersas no meio e são
incorporados à cromatina. Esse DNA pode ser proveniente, por exemplo, de
bactérias mortas. Esse processo ocorre espontaneamente na natureza.
Os
cientistas têm utilizado a transformação como uma técnica de Engenharia
Genética, para introduzir genes de diferentes espécies em células
bacterianas.
Transdução
Na transdução, moléculas de DNA são transferidas de uma bactéria a outra usando vírus como vetores (bactériófagos). Estes, ao se montar dentro das bactérias, podem eventualmente incluir pedaços de DNA da bactéria que lhes serviu de hospedeira. Ao infectar outra bactéria, o vírus que leva o DNA bacteriano o transfere junto com o seu. Se a bactéria sobreviver à infecção viral, pode passar a incluir os genes de outra bactéria em seu genoma.
Conjugação
Na
conjugação bacteriana, pedaços de DNA passam diretamente de uma bactéria
doadora, o "macho", para uma receptora, a "fêmea". Isso
acontece através de microscópicos tubos protéicos, chamados pili,
que as bactérias "macho" possuem em sua superfície.
O
fragmento de DNA transferido se recombina com o cromossomo da bactéria
"fêmea", produzindo novas misturas genéticas, que serão transmitidas
às células-filhas na próxima divisão celular.
Conjugação bacteriana mostrando o pili sexual.
NUTRIÇÃO
ATUAÇÃO DOS
ANTIBIÓTICOS
Os antibióticos atuam em nível de
ribossomos, inibindo essa síntese proteica. Com isso, as bactérias não
conseguem reproduzir e têm suas funções vitais comprometidas.
v Mecanismos de ação
dos antibióticos
1) Agem
na parede celular – bactericidas;
2)
Alteram a permeabilidade da membrana plasmática;
3)
Inibem a síntese proteica;
4)
Inibem a síntese de ácidos nucléicos;
5)
Atuam na replicação cromossômica;
ATUAÇÃO DAS BACTÉRIAS
v Causam doenças
v Decompositoras
v Fixadoras de
Nitrogênio
v Na indústria
Ø Fabricação de
derivados do leite
Ø Fabricação do vinagre
Ø Fabricação de ácido
glutâmico – intensificador de sabores.
v Biorremediação
Limpar áreas contaminadas por poluentes como
Petróleo ou Pesticidas.
v Manipulação genética
Ø Produção de hormônio
do crescimento e insulina.
Ø Produção de plantas
transgênicas.
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